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Diagrama de Ishikawa: quais são os 6 M’s, como elaborar e seu uso pelo RH

Diagrama de Ishikawa: quais são os 6 M’s, como elaborar e seu uso pelo RH

Quando se trata de melhorar processos e resolver problemas, o diagrama de Ishikawa demonstra ser uma ferramenta poderosa. Os 6 M’s (máquina, mão de obra, material, meio ambiente, método e medida) são os pilares dessa abordagem.

O diagrama de Ishikawa é mais que uma técnica; é uma jornada rumo à compreensão aprofundada de problemas desafiadores. À medida que adentramos a complexidade do diagrama de Ishikawa, cada categoria se torna uma lente para examinar causas.

No campo do RH, essa ferramenta se transforma em uma bússola estratégica, guiando decisões e melhorias organizacionais. O RH não é apenas o coração da empresa, mas também o motor da mudança, impulsionado pelos insights do diagrama de Ishikawa.

Aprofundando nosso entendimento, mergulhamos nas camadas que o diagrama de Ishikawa descobre, revelando causas enraizadas. Por meio desse poderoso instrumento, o RH desfaz os nós dos problemas organizacionais e tece soluções eficazes.

Assim, o diagrama de Ishikawa se estabelece como uma luz orientadora na busca constante pela excelência e aprimoramento. Embarque nesta jornada para compreender profundamente o poder do diagrama de Ishikawa e sua aplicação prática no RH.

O que é um diagrama de Ishikawa?

Como uma ferramenta visual de análise, o diagrama de Ishikawa é um poderoso aliado na identificação de causas e efeitos de problemas complexos. Esse importante recurso também é conhecido como diagrama de espinha de peixe. 

Criado por Kaoru Ishikawa, renomado especialista em gestão japonesa, o diagrama busca desvendar as raízes subjacentes de um desafio específico. Com isso, ele acaba permitindo uma abordagem estruturada para encontrar soluções.

A estrutura do diagrama de Ishikawa é simples, mas eficaz. O eixo principal representa o problema em questão. Já as ramificações que se assemelham a espinhas de peixe representam diferentes categorias de possíveis causas. 

Essas categorias, que variam conforme a aplicação, podem abranger aspectos como pessoas, processos, equipamentos e ambiente. Ao desdobrar o problema em categorias, o diagrama direciona a atenção para áreas específicas.

A ideia é ver como cada área pode estar contribuindo para o cenário indesejado. A força do diagrama reside na colaboração. Ao reunir uma equipe multidisciplinar para preencher as categorias com suas ideias e percepções, ocorre uma análise holística do problema. 

A estrutura visual facilita a compreensão das interconexões entre causas potenciais, desencadeando insights valiosos. Essa abordagem tangível, ancorada em dados e opiniões diversificadas, ajuda a evitar soluções superficiais, que só lidariam com sintomas visíveis.

Mais do que uma simples ferramenta de resolução de problemas, o diagrama de Ishikawa promove uma mudança de mentalidade. Incentiva equipes a explorar além do óbvio, sondando a fundo as causas subjacentes que podem passar despercebidas. 

Essa prática soluciona o problema imediato e também fortalece a capacidade da equipe para enfrentar desafios futuros de maneira estruturada e perspicaz. Em um mundo cada vez mais complexo, a abordagem estruturada do diagrama de Ishikawa mantém sua relevância. 

Seja na indústria, saúde, educação ou qualquer setor, a capacidade de identificar causas raiz com clareza é um diferencial. Portanto, ao nos aventurarmos na resolução de problemas, o diagrama de Ishikawa se destaca como uma bússola confiável.

Diagrama de Ishikawa ou espinha de peixe

O nome “diagrama de Ishikawa” é uma homenagem ao renomado especialista em gestão japonesa, Kaoru Ishikawa, criador desta ferramenta. A estrutura visual, que lembra a espinha de um peixe, se desenvolveu devido à disposição das categorias.

Já o termo “espinha de peixe” é uma referência à aparência gráfica do diagrama. Suas ramificações que divergem da espinha central assemelham-se a espinhas de um peixe. Essa analogia visual é uma maneira simples de transmitir a organização das informações.

Diagrama de causa e efeito

Diagrama de causa e efeito nada mais é do que um terceiro nome para o diagrama de Ishikawa. Afinal, essa ferramenta analítica revela as conexões entre causas e efeitos de um problema. Suas raízes remontam à gestão de qualidade japonesa. 

O gráfico visualiza categorias de possíveis causas, desdobrando a complexidade do problema. O processo envolve brainstorming e colaboração, resultando em insights. Esse mecanismo de análise propaga uma abordagem estruturada para a solução de problemas.

Por meio de sua estrutura e com simplicidade, o diagrama acaba fornecendo uma visão panorâmica das influências interconectadas que moldam um cenário. Com suas setas e ramificações, o diagrama tece um mapa lógico do labirinto causal.

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Para que serve um diagrama de Ishikawa?

De maneira bastante versátil, o diagrama de Ishikawa funciona como uma bússola na jornada rumo à resolução de problemas complexos. Sua potencialidade está em iluminar as causas subjacentes, esclarecendo as origens dos desafios.

Com habilidade cirúrgica, o diagrama é capaz de dissecar as camadas de um problema, facilitando a identificação das causas raiz. Além disso, por meio de uma abordagem estruturada, a ferramenta consegue evitar soluções superficiais.

É importante observar que o poder do diagrama de Ishikawa transcende indústrias, auxiliando desde a manufatura até a saúde, por exemplo. Tal recurso capacita equipes a colaborar e explorar cenários, enriquecendo a tomada de decisões.

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Quais são os 6 M’s do diagrama de Ishikawa?

Os 6 M’s (máquina, mão de obra, material, meio ambiente, método e medida) formam a essência do Diagrama de Ishikawa. Cada “M” representa uma categoria para identificar e analisar as possíveis causas raiz de um problema. Vamos conhecê-los em detalhes.

Método

Ao mergulhar no método do diagrama, analisamos os processos que moldam o problema. Isso inclui procedimentos, fluxos de trabalho e estratégias. Quando desvendamos essa camada, descobrimos como a abordagem adotada pode influenciar os resultados.

O método é como se fosse uma janela para entender a lógica por trás das operações. Ele nos lembra que o processo em si pode ser um catalisador de problemas. Portanto, refiná-lo é algo fundamental para se chegar a soluções eficazes.

Máquina

No diagrama, a máquina é como uma engrenagem crítica em um mecanismo. Representa equipamentos, ferramentas ou sistemas envolvidos no processo. Problemas podem surgir devido a falhas de equipamentos ou incompatibilidade entre ferramentas utilizadas. 

Aprofundar essa categoria pode ser crucial para identificar soluções. Compreender a influência da máquina é a chave. Uma análise minuciosa desvenda como as máquinas podem estar contribuindo para as nuances do problema em questão.

Medida

Como uma régua que avalia o progresso, a medida envolve quantificar os problemas e coletar dados para análise. Ela abrange os números por trás do problema. Avaliar métricas e estatísticas pode revelar tendências ocultas, indicando direções claras de melhoria.

Além disso, as medidas também verificam a eficácia das soluções implementadas, garantindo que os ajustes sejam baseados em resultados tangíveis. Podemos dizer que a medida é como um farol que guia a tomada de decisões informadas.

Meio ambiente

O fator meio ambiente no diagrama de Ishikawa é como a paisagem que molda o cenário. Ele inclui aspectos físicos e contextuais que podem influenciar o problema. No entanto, esse meio ambiente não se limita apenas ao ambiente físico.

Abarca ainda fatores como cultura organizacional, regulamentações e influências externas. Analisar o impacto do meio ambiente ajuda a entender como o contexto pode estar alimentando o problema, abrindo caminho para soluções mais alinhadas com a realidade.

Material

A dimensão material contempla matérias-primas, suprimentos e componentes envolvidos. Analisar o material pode revelar que problemas podem surgir devido a inconsistências na qualidade das matérias-primas ou na seleção de componentes inadequados.

É importante destacar que a qualidade do material tem um impacto direto na qualidade do produto final ou no processo. Compreender essa dimensão é como decifrar uma peça crucial do quebra-cabeça da produção.

Mão de obra

No universo do diagrama de Ishikawa, a dimensão mão de obra abrange as pessoas envolvidas no processo. Analisar a categoria mão de obra ajuda a entender se problemas são causados por falta de treinamento, habilidades insuficientes ou falta de comunicação.

Além disso, a dimensão mão de obra também ressalta a importância de capacitar as pessoas e promover a colaboração para obter resultados de alta qualidade. Dentro da estrutura dessa ferramenta de análise, ela é o fator humano no centro do sucesso.

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Como elaborar um diagrama de Ishikawa?

Elaborar um diagrama de Ishikawa começa com a identificação do problema central, seguida pela escolha da categoria “M” apropriada. Em cada categoria, o brainstorming para identificar as possíveis causas raiz é algo essencial. 

As causas são então organizadas em ramos, formando uma estrutura visual que ajuda na análise e solução de problemas. Esse processo colaborativo e estruturado é valioso para o aprimoramento contínuo em diversos contextos organizacionais. Vamos saber mais.

Identificação de causa e efeito

Construir um diagrama de Ishikawa é como ser um detetive investigando um caso complexo. Comece definindo o problema central. Após delinear o problema, identifique as categorias principais: mão de obra, material, meio ambiente, máquina, método e medida.

Nas ramificações, mergulhe fundo nas causas em cada categoria. Essa jornada revelará as relações de causa e efeito subjacentes ao problema. Ao elaborar um diagrama, você está pintando um quadro detalhado, expondo conexões que levam aos resultados.

Criação de categorias de causas no diagrama de Ishikawa

Ao criar categorias de causas em um diagrama, você está segmentando o problema em suas áreas-chave. Primeiro, pense cuidadosamente em cada uma das dimensões específicas da ferramenta, ou seja, nos seis M’s de Ishikawa.

A partir dessas categorias, mergulhe em detalhes. Por exemplo, sob máquina, inclua causas como falhas técnicas ou manutenção inadequada. Ao dividir o problema em categorias, você desvenda as causas raiz e também visualiza interconexões vitais.

Estabelecimento de causas prioritárias no diagrama de Ishikawa

No processo de elaboração do diagrama de Ishikawa, após listar todas as possíveis causas, é hora de discernir as prioridades. Para determinar causas prioritárias, é sempre importante avaliar sua relevância e impacto no problema central.

Use critérios como frequência, gravidade e potencial de resolução para classificar as causas e focar nos pontos críticos. Ao estabelecer causas prioritárias, você concentra esforços nas áreas que realmente farão diferença na solução do problema.

Definição de medidas a se tomar para melhora do processo

Após mapear as causas no diagrama de Ishikawa, é hora de traçar um plano de ação para a resolução dos problemas. Nesse sentido, para cada causa prioritária, estabeleça medidas específicas e alcançáveis para melhorar o processo como um todo.

Essas medidas podem incluir treinamentos, ajustes de procedimentos ou investimentos em tecnologia. O foco é eliminar as causas raiz. Definir medidas concretas é a peça-chave para transformar o diagrama de Ishikawa em ações tangíveis de melhoria.

Monitoramento das ações práticas para melhora do processo

Após implementar as medidas de melhoria, o processo não acaba. O próximo passo é acompanhar os desdobramentos. O monitoramento das ações no diagrama de Ishikawa ajuda a garantir que as soluções estão surtindo o efeito desejado.

Regularmente revisar e analisar os resultados mantém a melhoria contínua em movimento, assegurando resultados sustentáveis. O diagrama de Ishikawa não é apenas uma ferramenta, mas um ciclo de aprendizado constante para otimização de processos.

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Como o RH pode utilizar o diagrama de Ishikawa em sua estratégia?

O diagrama de Ishikawa pode ser uma poderosa ferramenta para o RH impulsionar mudanças positivas e aprimorar a gestão de pessoas. Sua abordagem sistemática e estruturada contribui para soluções eficazes e duradouras.

O RH pode utilizar o diagrama para analisar problemas que afetam a dinâmica da equipe e encontrar soluções eficazes, por exemplo. Ao explorar as categorias de causas, a área consegue identificar as raízes dos problemas, promovendo uma abordagem mais precisa.

Além disso, a criação de equipes multidisciplinares para elaborar o diagrama permite uma visão holística dos desafios, impulsionando a inovação. O processo de elaboração do diagrama incentiva discussões abertas, melhorando a comunicação interna.

O RH pode utilizar o diagrama de Ishikawa para traçar estratégias de treinamento e capacitação da equipe. Após a implementação das ações corretivas, o RH acompanha os resultados por meio do diagrama, garantindo melhorias contínuas.

Identificar causas e corrigir problemas antes que se agravem é uma maneira proativa de atuação do RH. Em paralelo, o diagrama pode ajudar o departamento a identificar razões para altas taxas de turnover, permitindo ações preventivas.

Ao abordar fatores que impactam o bem-estar dos colaboradores, o RH cria um ambiente mais saudável. Por sua vez, envolvendo a equipe na elaboração do diagrama, o RH também incentiva a participação e o comprometimento.

Por fim, essa importante ferramenta de análise fornece dados tangíveis para embasar as decisões do RH, aumentando a eficácia. A utilização do diagrama de Ishikawa permite ainda ao RH alinhar as ações aos objetivos maiores da organização.

Como a tecnologia pode ser utilizada na elaboração de um diagrama de Ishikawa?

A incorporação da tecnologia na elaboração do diagrama de Ishikawa traz agilidade, precisão e colaboração aprimorada. Com tais recursos tecnológicos, essa ferramenta se torna ainda mais poderosa no processo de resolução de problemas.

Por exemplo, plataformas de colaboração online permitem que times dispersos contribuam de maneira eficaz na criação do diagrama. Já softwares de criação de diagramas simplificam o processo, oferecendo recursos como templates e categorização automática.

A IA (inteligência artificial) pode identificar padrões nas causas e sugestões de ações corretivas, agilizando o processo analítico. Por sua vez, gráficos interativos e visualizações avançadas facilitam a compreensão das informações para toda a equipe.

Tecnologias de coleta e análise de dados automatizadas são capazes de fornecer informações mais precisas para o diagrama. Enquanto que a tecnologia permite a elaboração colaborativa mesmo à distância, aumentando a flexibilidade das equipes.

É importante acrescentar que a integração do diagrama de Ishikawa com outras ferramentas, como planilhas, potencializa a análise de dados. Além disso, o armazenamento em nuvem garante o acesso seguro ao diagrama a partir de qualquer lugar.

A tecnologia de realidade aumentada pode tornar a visualização do diagrama muito mais imersiva e interativa. Paralelamente a isso, algoritmos de análise preditiva conseguem auxiliar na identificação antecipada de possíveis problemas.

Atualmente, chatbots podem fornecer informações sobre o processo de elaboração do diagrama e suas etapas. A tecnologia permite o compartilhamento e feedback em tempo real, agilizando o desenvolvimento do diagrama.

Exemplo de diagrama de Ishikawa

O exemplo a seguir ilustra como um diagrama de Ishikawa pode ser uma ferramenta eficaz para analisar problemas complexos. A ferramenta também permite criar soluções direcionadas, contribuindo para aprimorar processos e resultados.

Suponhamos que uma fábrica enfrente repetidos problemas de qualidade em seus produtos. Por meio do diagrama de Ishikawa, a equipe identifica categorias como máquina, mão de obra, material, método, medida e meio ambiente.

Sob a categoria máquina, causas como manutenção irregular e falhas em equipamentos poderiam ser detalhadas, por exemplo. Já na dimensão mão de obra, subcausas como treinamento inadequado e supervisão deficiente são mapeadas.

Na análise da categoria material, problemas relacionados a matérias-primas ou componentes defeituosos são investigados. Ao avaliar o método, processos ineficientes ou desatualizados são examinados em relação ao seu impacto na qualidade.

Com a dimensão medida em foco, falhas na coleta de dados ou monitoramento são consideradas como possíveis influências. Explorando o meio ambiente, condições ambientais inadequadas que afetam a produção entram no escopo da análise.

A visualização do diagrama revela as interconexões entre as causas e suas subcausas, trazendo clareza à situação. A partir do que foi identificado, a equipe pode priorizar causas com base na influência percebida e dados objetivos.

Com uma compreensão clara das causas, ações corretivas específicas podem ser planejadas e implementadas. Como forma de melhoria contínua, a fábrica pode acompanhar os resultados das ações, ajustar estratégias e manter o foco na qualidade.

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Conclusão

Ao compreender os 6 M’s (máquina, mão de obra, material, método, medida e meio ambiente), o RH ganha uma perspectiva holística. Criar um diagrama de Ishikawa requer a reunião de informações e o trabalho colaborativo de diferentes áreas.

Nesse sentido, o departamento RH pode empregar essa ferramenta para desvendar raízes de problemas complexos, como rotatividade de funcionários. O diagrama não apenas revela causas, mas também ajuda o RH a direcionar ações corretivas de forma precisa.

Por exemplo, quando o RH identifica deficiências na mão de obra tem a possibilidade de desenvolver treinamentos personalizados às equipes. Por sua vez, avaliar o meio ambiente pode levar a melhorias no clima organizacional e na cultura da empresa.

Além disso tudo, o uso do diagrama de Ishikawa auxilia o RH a eliminar causas subjacentes de erros repetitivos. Analisar o método é capaz de revelar processos ineficientes, incentivando a busca por abordagens mais produtivas.

Já a dimensão medida permite estabelecer métricas claras para avaliar o progresso das mudanças implementadas. O diagrama consegue reforçar ainda a necessidade de colaboração entre diferentes departamentos para solucionar problemas.

Ao usar essa ferramenta, o RH incentiva a busca constante por aprimoramentos para diversos setores de uma organização. Com isso, a aplicação do diagrama de Ishikawa permite ao RH contribuir para metas organizacionais mais amplas.

Nesse cenário, o diagrama de Ishikawa emerge como uma ferramenta de valor inestimável para o RH. Ele possibilita a identificação precisa de causas, o planejamento de ações eficazes e, por fim, contribui para a excelência organizacional.

HS Brasil

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